Fernando Alves Firmino

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Sega 32x

Sega 32x é um acessório para o console da Sega, o Mega Drive, Genesis Na América do Norte.
No Japão, foi distribuído com o nome Sega Super 32X. Na América do Norte, Sega Genesis 32X. Na Europa, Austrália, e Brasil, era chamado Mega 32X.
O acessório deveria ser inserido na entrada de cartucho do Mega Drive, recebendo cartuchos próprios ou do Mega Drive. Para caber em todas as versões do console, possuía diferentes fundos.






Fonte: wikipedia

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Dia do Cinema Brasileiro


Hoje, 19 de junho, é o dia do Cinema Brasileiro

Qual seu filme brasileiro inesquecível?

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Dia do Datilógrafo







     No dia 24 de maio, comemora-se o Dia do Datilógrafo, uma data que a informática tornou sem sentido. O datilógrafo usava máquina de escrever, que imprimia o texto diretamente em uma folha de papel. Se errasse uma letra que fosse, não tinha como deletá-la e escrever de novo. Restava-lhe reescrever o texto, ou apagar a letra errada. Neste caso, usava uma borracha, ou uma tinta branca, aplicada como quem passa esmalte na unha. Então, rebatia a letra certa. Não ficava um primor, mas... A máquina de escrever, afinal, era um utilíssimo instrumento mecânico, mas sem recursos especiais.

     Os "tipos" (letra ou outro sinal, gravado em relevo numa das faces, para se reproduzir, por meio de impressão, em superfície apropriada) das máquinas de escrever tinham de ser limpos regularmente. A máquina foi indispensável desde que passou a ser fabricada em série, em 1868, nos Estados Unidos. O fabricante, Christopher Scholes, pediu à sua filha Lílian que experimentasse uma delas. Lílian foi considerada a primeira mulher da história a usar a máquina de escrever. Secretária – No centenário de seu nascimento, em 1950, os fabricantes dessas máquinas elegeram, para comemorar, a melhor datilógrafa. Surgiu daí o Dia da Secretária.

   Ana Maria Guida ainda estava no ginásio, em Guarulhos, quando entrou para a escola de datilografia. Escrever à máquina era imprescindível para conseguir um emprego. Em 1969, formada em química industrial e boa datilógrafa, conquistou o cargo de secretária de gerência, na Indústria Pfizer. Elétricas – Seu principal instrumento de trabalho era uma máquina Olivetti. Já havia máquinas elétricas (com o mesmo princípio das outras), mas estas eram só para secretárias de diretores. "Sem máquina de escrever não teríamos como trabalhar", diz Ana, hoje, aos 63 anos. Ela datilografava os relatórios mensais, de 25 páginas. E, no dia-a-dia, memorandos e outros papéis. "Eu gostava muito de datilografar. A máquina para mim era quase um piano", completa Ana, que toca piano desde menina.

    Para conseguir um bom emprego, era essencial que a pessoa fosse datilógrafa. Hoje, essa palavra, que traduz o profissional que escreve rápido na máquina de escrever, pode soar estranho para as novas gerações.Um dos trabalhos das secretárias era limpar os tipos da máquina, onde estão as letras. Os tipos batiam em uma fita tintada e assim imprimiam as letras no papel. Mas resíduos da fita iam-se acumulado nos tipos. A letra "o" , por exemplo, acabava virando uma bolinha preta. As máquinas estavam sempre tinindo. A função das secretárias era muito prestigiada. No Dia da Secretária, elas recebiam flores e eram levadas a almoço especial. "Fazíamos roupa para esse dia." Ana teve outros empregos e, em 1989, começou em uma faculdade. Agora, trabalhava com um computador. Mas lhe trouxeram um problema: notas promissórias teriam que ser preenchidas na máquina de escrever. Para ela, problema nenhum. Ela gosta de trabalhar no computador. "Se eu fosse escrever à máquina, hoje, acho que enfiaria os dedos no meio do teclado", diz.

     Uma hora de aula, de segunda a sexta-feira. Na primeira lição, o aluno treinava por uma hora as letras a,s,d,f,g com a mão esquerda - ç, l, k, j, h, com a direita. Mais para frente, uma plaqueta era colocada um palmo acima do teclado. O aluno não via as teclas e, assim, aprendia a escrever sem olhar para elas. Ao ser diplomado, tinha não só a habilidade para datilografar, mas conhecia o texto de cartas comerciais, ofícios, e outras exigências da época. Também aprendia postura para sentar à frente da máquina. Estava pronto para trabalhar.

     Aureliano, o resistente Aureliano Nunes em sua loja: computador, só para as contas. Computador, Aureliano Nunes não quer "nem ver pela frente." Sua paixão é a máquina de escrever. Acha que seu uso nunca vai acabar. Prova disso é que prepara seu filho, de 16 anos, para sucedê-lo em seu negócio: conserto e venda de máquinas de escrever. Mantém sua loja, no mesmo lugar, no centro de Guarulhos, há 38 anos. Acha que algum fabricante ainda vai voltar a fabricar essas máquinas, por serem indispensáveis. Mas o computador escreve e transmite... "Não tem problema, você escreve na máquina e passa pelo fax." O fato é que o movimento da loja caiu bem. "Era muito bom", diz Aureliano, 44 anos. "Hoje, vou sobrevivendo." Diz que alguns escritórios ainda usam máquina de escrever para alguns trabalhos. Assim como fazem despachantes e contadores, para preencher guias e formulários. "Mas o cliente particular desapareceu." Quem tinha máquina de escrever em casa trocou pelo computador. Afinal, ache Aureliano o que achar, máquina de escrever não se conecta com a internet. Para o conserto e manutenção das máquinas, Aureliano não dispõe de peças novas. Manda as defeituosas para pessoas especializadas em recuperá-las. Soldam, moldam, refazem a peça.

     As prateleiras da loja mostram máquinas usadas, revisadas, à venda. Olivetti semi-portátil, R$ 280. Mesma marca, Línea 98, R$ 380. IBM elétrica, R$ 650. Todas prontas para usar. Um cliente de Aureliano tem seu escritório de despachante bem próximo. Ernesto Hilário Kuhn trabalha há 31 anos com suas duas Remingtons. Com elas, preenche papéis como as fichas de controle do escritório. "Gosto das minhas máquinas", diz. Nem lhe passa pela cabeça encostá-las. O computador, no entanto, também está ali. Com ele, paga as taxas do Detran e as contas do banco.

    Essenciais em qualquer escritório do planeta em décadas passadas, atualmente as velhas máquinas de escrever, elétricas ou mecânicas, são peças de museu. Foram substituídas ao longo dos anos pelos modernos computadores.


Fonte: Diário do Comércio-SP




segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Grupo Kaoma

     Kaoma é um grupo musical franco-brasileiro de lambada que lançou com êxito esse estilo musical na Europa em 1989. Sua vocalista de 1989 a 1999, Loalwa Braz, continuou em carreira solo com o álbum Recomeçar, de 2003.

Ex-Integrantes

Loalwa Braz (vocalista): 1989-1999
Jean Claude (tecladista): 1989
Michel (baterista e percussionista): 1989-1998
Fania (flautista): 1989-1993
Monica Nogueira (backing vocal): 1989-1992
Fernando G. Rocco (dançarino de mambo e tocador de marimba): 1989
Jairo Brasil (dançarino)

Discografia:

Singles
1989: "Lambada (Chorando Se Foi)"
1989: "Dançando Lambada"
1990: Lambamor
1990: "Mélodie d'Amour"
1990: "Donna con Te"
1990: "Jambé Finète (Grillé) [Remix]"
1991: "Dança Tago-Mago (NFSU2015 Soundtrack)"
1991: "Mamãe Afrika"
1998: "A la Media Noche [Remix]"
1998: "A la Média Noche [Remix]"
1999: "Banto"

Álbuns
1989: Worldbeat
1991: Tribal Pursuit
1998: A la Media Noche





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terça-feira, 20 de setembro de 2016

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Adeus Wonka...




     Gene Wilder, ator que intepretou o Willy Wonka em "A fantástica fábrica de chocolate" (1971), morreu aos 83 anos, disse sua família à agência de notícias Associated Press nesta segunda-feira (29).

     Um sobrinho do ator disse que ele morreu devido a complicações do mal de Alzhemier, neste mês, sem especificar a data, na cidade de Stamford, no estado de Connecticut, nos EUA.

     Jerome Silberman, nome real do ator, nasceu na cidade de Milwaukee, nos Estados Unidos. Ele foi duas vezes indicado ao Oscar: de ator coadjuvante em "Primavera Para Hitler" (1967) e de roteiro adaptado em "O Jovem Frankenstein" (1974).

     Ele também recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, pelos papéis em "O Expresso de Chicago" (1976) e "A fantástica fábrica de chocolate" (1971), filme que rendeu a ele seu personagem mais marcante, o Willy Wonka.

     Em 2005, em nova adaptação de "A fantástica fábrica de chocolate" para o cinema, o papel de Willy Wonka foi interpretado por Johnny Depp.

     Gene Wilder ganhou um Emmy em 1998, de melhor ator convidado em série de comédia, graças a uma participação especial em "Will & Grace".

     Um dos grandes parceiros de Wilder foi o diretor americano Mel Brooks. Juntos, eles trabalharam em filmes como "Banzé no Oeste" e "O Jovem Frankenstein", no qual o ator também assinou como roteirista. Wilder também dirigiu cinco longas, incluindo "A dama de vermelho" (1984) e "O maior amante do mundo (1977). Um grande gênio do cinema, da era criativa e notória da arte na telona nos deixa...ele que embalou muitas gerações com seus personagens e filmes que dirigiu.

    Graças a ele quem não sonhou em ter um Lumpa-Lumpa, comer um chocolate Wonka ou rir com as trapalhadas de Banzé. E sob sua direção sonhamos muito com a Dama de Vermelho.





Fonte: G1

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Doug Funnie faz 25 anos: Veja 10 curiosidades da série



     Há 25 anos atrás estreava o desenho Doug Funnie, desenho do canal Nickelodeon que marcou a infância de muita gente que cresceu nos anos 1990, passando em canais como TV Cultura, SBT, Manchete e Band. Só assistir à abertura já é suficiente para dar calafrios de nostalgia.
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     Veja abaixo dez curiosidades sobre a Turma de Doug, Patti, Skeeter e sua turma:
1. Criador planejava continuação com Doug adulto - Além de 117 episódios e um longa-metragem em 1999, o criador de Doug, Jim Jinkins planejava ainda uma conclusão para a história do personagem, que nunca veio porque os seus direitos foram vendidos à Disney. Na história, um Doug um pouco mais velho estaria trabalhando como artista freelancer na cidade grande com Skeeter como colega de quarto.
2. Doug não terminaria junto de Patti Maionese - A bomba foi lançada esses dias, com Jinkins revelando em entrevistas que Doug provavelmente não terminaria com seu eterno amor platônico Patti Maionese. "A maioria das pessoas não termina com seu primeiro amor," disse.
3. Ajudou a criar a Nickelodeon - Além de criar um dos personagens mais famosos do canal, Jinkins foi instrumental na própria formação do canal Nickelodeon. Enquanto trabalhava na Warner, ele foi um dos que viu a oportunidade de se criar um canal de conteúdo exclusivo para o público infantil.
4. Referências literárias - Atrás de suas histórias simples, Doug Funnie esconde referências literárias. A over-dramática irmã mais velha de Doug, Judith, é inspirada em um poema de Virginia Woolf. Também é uma homenagem a Shakespeare, uma vez que no poema é dito que esse seria o nome de uma irmã do bardo.
5. Doug teve vida antes do desenho - O desenho foi ao ar apenas em 1991, mas Doug já rondava na consciência de Jinkins faz muito tempo. Ele foi baseado no próprio criador na infância e em 1988 ele colocou um personagem idêntico a Doug em um comercial que criou. Em 1990, o personagem ainda sem nome apareceu em outro comercial, desta vez já com seu cão, Costelinha.
6. Alterego de Jim Jinkins - As semelhanças entre criador e criatura são muitas, como também no amor ao famoso beatbox, que se tornaria recorrente na série.
7. O Episódio Perdido - Os episódios de Doug Funnie foram reprisados diversas vezes em dezenas e dezenas de canais pelo mundo, menos um: o piloto. Esse elusivo "episódio 0" nunca chegou a ser exibido e até onde se sabe está perdido para sempre ou trancado em algum arquivo de estúdio.
8. Personagens baseados em pessoas reais - Não só Doug foi baseado em Jinkins, mas também diversos outros personagens da série vieram de pessoas reais com as quais o criador conviveu na infância. O treinador Spitz se chamava Fritz, a professora gentil e compreensiva Sra. Wingo existiu, Skeeter foi baseado em um amigo chamado Tommy Roberts e até Patti Maionese foi baseada em uma paixão que Jinkins teve na época de escola.
9. A banda favorita: "Os Beets" - Assim como os personagens, a banda favorita de Doug é uma conjunção de divesas das favoritas de Jinkins. Os Beets é o que sairira de uma junção entre os Beatles, Ramones, Rolling Stones e Smashing Pumpkins. E sempre vale lembrar os nomes hilários de seus hits: "Mingau Matador" e "Let it Beet".
10. Os alter egos do alter ego - Com sua imaginação efervescente, Doug tinha diversos alter egos de heróis. Smash Adams era um James Bond, Race Canyon era inspirado em Indiana Jones e quem pode esquecer do "superman" de Doug: o Homem-Codorna?

Fonte: Catraca Livre